16 de janeiro de 2012

MeninaMãe - Amor de Mãe



É científico, conforme a gravidez evolui a quantidade do hormônio ocitocina (também conhecido como hormônio do amor) passa a ser liberado em maior quantidade. E quando entramos em trabalho de parto essa quantidade de hormônio aumenta de maneira bastante expressiva, fazendo assim, a recém-mamãe se transbordar de amor pelo seu pequenino!
Durante a gravidez li muito a respeito desse tal hormônio. E realmente sentia cada dia mais esse amor crescer, amor por esse serzinho que ainda não conhecia fisicamente. Acredito que daí surgiu a expressão “amor de mãe não tem igual”, pois somos nós que sentimos o efeito desse hormônio cada vez mais presente.

Sempre que conversei com amigas que já eram mães, perguntava sobre o parto, sobre a emoção e o amor incondicional que chegava junto com o nascimento do bebê. E todas respondiam da mesma forma: É um amor que não dá para descrever! Quando nasce você sente um amor que ultrapassa tudo! E é instantâneo, você olha pela primeira vez e é só amor!

Então, ao ouvir ficava só imaginando como seria quando Maria Clara chegasse. Maria Clara chegou. E quando vi seu rostinho pela primeira vez senti uma emoção fora do comum, era ela, a minha filha! Então era assim seu rostinho, todo redondinho e com bochechas fofas. Linda e muito amada! Surreal!

Os dias que se seguiram na maternidade foram diferentes do que imaginava. Sentia muita dor dos pontos, a barriga enorme e os órgãos pareciam soltos, dificuldade para o banho e usar o vaso sanitário, e o bico do peito rachado (Já!), por tanto, as visitas em alguns momentos se tornavam torturantes. Mal curtia a presença tão esparada de Maria Clara. E eu me perguntava: “Será que é assim mesmo?”

Quando chegamos em casa a noção da responsabilidade se tornou presente: “Precisamos mantê-la viva! “. Era só nisso que pensávamos, era só isso que queríamos.

Semanas após, comecei a sentir o tal amor que todas minhas amigas falavam! O amor que é maior que qualquer outro sentimento ou sensação! E esse amor só tem crescido com o tempo, está cada dia maior (se isso for possível). Mas acho que na verdade ele sempre esteve junto, porém a responsabilidade para nós mães de primeira viagem é algo muito mais forte, principalmente logo que a criança chega.

Se eu soubesse disso, não teria me culpado achando que meu hormônio estava com algum defeito. Era apenas o meu instinto de proteção do filhote que falava mais alto... E isso, sem sombra de dúvidas faz parte do amor de uma mãe!

Olha a minha barriga na 31° semana de gestação

Namastê

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